No dia 28.07.2012 a turma do 3º ano do Centro Educacional Elo, foi acompanhada pelo professor André em uma viagem para Canudos, para estudarmos a parte histórica da cidade e nos divertir. Saímos de Euclides da Cunha em direção a Canudos, onde ao chegar fomos ao Canudos velho, onde tinha um pequeno museu. Após fomos na cena da guerra onde tinha, por exemplo, o Hospital de sangue onde as pessoas eram enterradas. Após o guia nos deu uma pequena introdução do que foi a guerra de canudos. Ele nos falou de Antônio Conselheiro nascido em Quixeramobim em 1830, durante duas décadas rodou a Bahia e parte do Sergipe pregando a palavra de Jesus Cristo, e com seus discípulos ele construía igrejas, açudes e cemitérios. Ficou conhecido como o chefe da guerra de Canudos. Ele queria acabar com os impostos que a Republicas os impunhas, a Republica tirava as casa de pessoas pobres que batalhavam para telas. Andando com sua multidão de pessoas ele resolveu criar o Belo Monte, que era uma comunidade de paz. Mas as autoridades “roubaram” uma encomenda de madeira que vinha de Juazeiro que era pra ser para a nova igreja. As autoridades não gostaram muito de saber que Antônio Conselheiro estava indo buscar sua madeira que já havia sido paga lá em Juazeiro. Com isso as autoridades mandam um batalhão para acabar com a festa de Antônio Conselheiro, mas ao chegar em Uauá eles foram surpreendidos. Os sertanistas foram abalados, mas nem por isso desistiram, com a chegada de mantimentos para o batalhão, os seguidores de Antônio Conselheiro saquearam tudo, onde tinha comidas e armas. A segunda demanda de guerrilheiros chegou, mas não foi imbatível para os jagunços que já estavam preparados com as armas roubadas ou largadas da primeira expedição. Na terceira expedição que era comandado por Manuel que morreu após levar um tiro de um jagunço, que acabou abalando sua tropa toda que acabou sendo derrotada. Na quarta e ultima expedição eles cercaram o povoado rendendo a população. Antônio Conselheiro morreu em 22 de setembro com sintomas de dor de barriga, algumas pessoas falam que os guerrilheiros deceparam a cabeça dele e mostraram em via publica. Após toda a parte histórica da cidade, fomos ao Jorrinho de Canudos, onde brincamos um pouco e tomamos banho. Antes de ir embora passamos no mirante onde tem a imagem de Antônio Conselheiro e da paisagem. Chegamos em Euclides da Cunha umas 20:00. E até a próxima que não vai ter relatório nenhum!!!
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terça-feira, 21 de agosto de 2012
Filipe Anderson
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Guerra de Canudos: O sertão de Antônio Conselheiro
No dia 5 de maio de 2012 a turma do terceiro ano e o professor André da escola Centro Educacional Elo se reuniram as 7:30 da manhã na frente da Lanchonete Duarte, por volta das 8:30 saímos em direção ao povoado indígena Massacará, 32 km do município Euclides da Cunha, mas no meio do cominho tivemos vários problemas com o transporte, quando chegamos no povoado da Nova Trindade resolveram trocar o pneu do ônibus que foi gasto 40 minutos Chegando na tribo os Índios Adelson e João nos levou para o Centro Cultural para falar sobre seu povo. O filho do cacique Juvenal. O Evangelista mais conhecido com Ivan Pereira cacique da tribo de Tucano e radialista, nos falou sobre tudo, de seus costumes, falou sobre suas comidas típicas e bebidas que é a Jurema que não contem teor alcoólico, do porque não andarem nus, e também falou das lendas . Umas das é a lenda da serpente que o mais velhos falam que há uma enorme cobra debaixo da igreja ate um pico onde há uma pedra, e sua cabeça está exatamente nos pés do santo. E outra fala da Lenda do Deus Tupã que um dia pai e filho foram caçar, e o menino ouviu um barulho estranho e sem hesitar ele pegou sua flecha e atirou pensando que era um bicho, mas na realidade era o Deus Tupã com a mão ensanguentada da flecha do menino...Também nos falaram que tiveram diversos atritos com os fazendeiros, morreram muitos índios mas no final ele foram os vitoriosos. No final da palestra os índios começaram a dançar o Toré, nisso eles tem um ritual que eles fumam um tipo de erva que se você engolir pode sair do seu consciente toda vez antes de dançar o toré. Eles nos convidaram para dançar e todos da turma entram no clima. Após todos dançarem fomos almoça, comemos e depois fomos visitar a Igreja Nossa Senhora da Trindade fundada em 1686. Após pegamos a estrada e fomos para um riacho que a água era muito limpa e poderia ser bebida, a paisagem era muito bonita e todos adoraram, após voltamos para o território e fomos visitar uma casa onde uma mulher vendia artesanato, como já estava escurecendo fomos nos despedir do cacique Juvenal, nisso todos queriam tirar fotos com o arco e flecha, por volta de umas 17:30 voltamos para a cidade, todos ainda em clima de festa. Quando deu umas 19:00 chegamos na cidade e voltamos para nossas casas.
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