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quarta-feira, 22 de agosto de 2012 0 comentários

Guerra de Canudos


No dia 28 de julho, o professor André, levou a turma do 3ª ano para conhecemos a cidade de canudos e um pouco de sua história. Chegando a cidade fomos visitar Canudos velho que foi a 2ª cidade a ser construída depois que a 1ª foi devastada pela guerra, onde visitamos um pequeno museu que tinha algumas armas, munições, fotos de pessoas que moraram nessa 2ª canudos.
Depois dessa rápida visita a canudos velho, visitamos o Parque Estadual que foi o lugar que realmente aconteceu a guerra de canudos, e com ajuda de um guia que nós explicou um pouco sobre a guerra , depois conhecermos o museu onde falava da guerra, de Antonio Conselheiro e pessoas envolvidas.
Filho do comerciante Vicente Mendes Maciel e de Maria Joaquina de Jesus, Antônio Vicente Mendes Maciel ficou órfão da mãe aos seis anos. Aos 27 anos, perdeu o pai e começou a cuidar da loja da família, com a qual sustentava as quatro irmãs. Ficou dois anos à frente do negócio e, depois, passou a dar aulas numa escola de fazenda. Graças aos seus estudos e esforço pessoal, tornou-se escrivão de cartório, solicitador, e rábula (advogado sem diploma). Estaria encaminhado profissionalmente, caso um problema pessoal não viesse mudar radicalmente sua vida. Flagra a sua mulher em traição conjugal com um sargento de polícia em sua residência na Vila do Ipu Grande. Envergonhado, humilhado e abatido, abandona o Ipu e vai procurar abrigo nos sertões do Cariri. Iniciando aí uma vida de peregrinações pelos sertões do nordeste.  Ele passou a ler os Evangelhos e a divulgá-los entre o povo humilde, ouvindo também os problemas das pessoas e procurando consolá-las com mensagens religiosas. Devido aos conselhos, tornou-se conhecido como Antônio Conselheiro e arrebanhou um número crescente de seguidores fiéis que o acompanhavam pelas suas andanças. Varias pessoas se reuniu a sua volta e o acompanhou sertão afora, por andanças que duraram 17 anos. Em 1893, ele se estabeleceu definitivamente numa fazenda abandonada às margens do rio Vaza-Barris, numa afastada região do norte da Bahia, conhecida como Canudos. Fundou um povoado, que chamou de Belo Monte. Rapidamente, o vilarejo se transformou numa cidade.

Arraial de Canudos de forma que o local cresceu e começou a causar preocupações nas autoridades políticas e nos fazendeiros da região. Foi chamado de monarquista e inimigo da República. O governo federal, com auxílio de tropas locais, organizou uma grande ofensiva militar contra o arraial liderado por Conselheiro. O conflito armado, conhecido como Guerra de Canudos, ocorreu entre 1896 e 1897. Em 24 de novembro de 1896 foi enviada a primeira expedição militar contra Canudos, sob comando do Tenente Pires Ferreira. Mas a tropa é surpreendida pelos fanáticos de Antônio Conselheiro, durante a madrugada, em Uauá. Após uma luta corpo-a-corpo são contados mais de cento e cinquenta cadáveres de conselheiristas. Do lado do exército morreram oito militares e dois guias. Estas perdas, embora consideradas insignificantes quanto ao número nas palavras do comandante, ocasionaram o retiro das tropas.  Em 29 de dezembro de 1896 teve a segunda expedição militar contra Canudos. Assim como a primeira, esta expedição foi violentamente debelada pelos Conselheiristas. Diante do fracasso, foi organizada uma terceira expedição militar composta por 1.200 homens, sob chefia do coronel Moreira César - considerado pelos militares um herói do exército brasileiro. Ainda assim, a expedição foi vencida, e o coronel foi morto em combate. Com a terceira derrota, a resolução do problema passou para a competência do governo federal. O ministro da Guerra, Carlos Bittencourt, preparou uma quarta expedição que foi composta por 6 mil homens e chefiada pelo general Artur Oscar. Fortemente armados, os soldados cercaram por três meses o arraial de Canudos, que sofreu forte bombardeio e depois foi invadido. O arraial foi completamente destruído a 5 de outubro de 1897. Os sertanejos de Canudos, homens, mulheres, velhos e crianças, foram massacrados pelos soldados, que tinham ordens para não fazer nenhum prisioneiro.  Antônio Conselheiro morreu em 22 de setembro de 1897, não se sabe ao certo qual foi a causa de sua morte. As razões mais citadas são ferimentos causados por uma granada, e uma forte caminheira, o cadáver de Antônio Conselheiro é encontrado enterrado no Santuário de Canudos e sua cabeça é cortada e levada como troféu pelos soldados. Todo conflito foi de comentado por Euclides da Cunha na obra Os Sertões, que era jornalista do jornal O Estado de S. Paulo. Onde apresenta uma contundente denúncia sobre o massacre dos sertanejos de Canudos, retratando-os como bravos heróis que resistiram até o fim.

segunda-feira, 21 de maio de 2012 1 comentários

Viagem ao Massacará

No dia 05 de maio de 2012, a turma do terceiro ano e professor André, que nos levou para visitar o povoado Mássacará, dos índios Kaimbés, que fica aproximadamente 35km da cidade de Euclides da cunha. Partimos da Praça Duque de Caxias, umas 8:30, em uma viagem muito conturbada, por causa de um pneu furado no meio do caminho, atrasamos a viagem.
Ao chegamos ao povoado Mássacará, fomos bem recebidos pelos índios que levou a gente para o centro de cultura para conhecer um pouco de suas historias e suas culturas. Ivan Pereira uns dos filhos do cacique Juvenal, começou a contar as historia de seu povo, como a da Santíssima Trindade, que em um dia pai e filho saíram para caçar ao chegar à roça se separaram e o filho viu em uma moita algo se mexendo, achando que era uma caça atirou e a flecha acertou na mão do Deus tupã, e chamou seu pai que disse que o Deus tupã e o levaram para aldeia. E das brigas com os coronéis que queriam tomar suas terras. Depois com apresentações de danças, e em umas de suas dança fomos convidado para participar. Já com muita fome fomos almoça no único restaurante da aldeia, uma galinhada caipira feita por uma índia. E com a barriga cheia a gente foi conhecer umas ocas que só servia para os realiza seus eventos e rituais, depois conhecemos a igreja da Santíssima Trindade uns dos locais mais importantes para os índios, pois e um local sagrado para os índios e também onde se encontra alguns corpos de coronéis que foi enterrado quando eles tinham posse daquelas terras e a Santíssima Trindade. Depois fomos ver onde o rabo da cobra estava, a pedra do consolo onde apreciamos uma paisagem linda. Depois desse tuor dentro do povoado Mássacará, fomos para um local mais afastado do povoado, conhecer umas das únicas nascente natural em Euclides da Cunha. E voltamos para aldeia para conhecer algumas peças do artesanato local.E depois nos despedimos dos índios e voltamos para nossas casas.
 
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